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Eu sou apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco sem parentes importantes e vindo do interior...
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quinta-feira, março 01, 2007





O Último Rei da Escócia tem sido referido basicamente como a atuação de Forest Whitaker no papel de Idi Amim Dada, mas mereceria maior atenção que isso. Certo dizer que a atuação super-premiada do ator é o central, o que torna o filme impressionante. Mas para além disso, é uma película que aborda um personagem e mais um episódio perturbador da história recente da Africa.

Amim Dada foi presidente de Uganda a partir de um golpe militar, tendo durado a década de 70 toda. Nesse período, foi responsável pela morte de milhares de pessoas. De personalidade forte, o ditador foi "pirando", passando a se sentir perseguido, traído, repetindo a história da humanidade, nesse sentido, já que o que mais conhecemos são sanguinários que, com poder absoluto, enlouquecem matando a tudo e todos, por suspeita.

A história é contada a partir de um médico escocês que vai para Uganda ajudar em missões humanitárias exatamente nos dias em que Amim assume o poder. Algum tempo depois, numa visita à vila em que o médico trabalhava, Amim Dada se encanta pelo médico, levando-o a seguir para ser o médico do palácio, atendendo a ele e suas famílias. A partir daí, o jovem escocês vai se dando conta de que, com a evolução da loucura do ditador, ele não terá saída tranquila para a sua relação com Dada.

Não chega a ser um filme impecável tecnicamente, mas é bem construído. Tenso, com bons atores, bom roteiro. Dos bons filmes da temporada "quente" do cinema.


:: por Marcio | 09:31






A língua

Percebi que com a conversão do Blogger, as postagens de texto piraram completamente a escrita, em todas as palavras acentuadas. Isso é muito comum em sítios configurados como se só existisse a língua inglesa no mundo. Pois foda-se! A idéia desses imbecis é que você deve se adaptar a eles e não eles ao mundo. Ou seja: para não embaralhar palavras com acento, use-as sem acento. Eu não! A lingua portuguesa tem acentos e eles são necessários. Ou seja: nas poucas vezes em que pôr texto nessa merda, vai ficar embrulhado, mas a culpa é do provedor. E ponto.


:: por Marcio | 09:28




segunda-feira, fevereiro 26, 2007



Tive alguns dias de férias e carnaval. Período em que não postei mas que vi muitos filmes, li bastante. Procurarei atualizar agora com essas novas impressões.

Ontem vi Os Infiltrados, que à noite ganharia a premiação do Oscar. Mas não é o Oscar que importa, mas o filme, que vinha tentando ver há horas, sem nunca me acertar com os horários quase-impeditivos, como se filmes interessantes não merecessem ser vistos.

Os Infiltrados conta a história centrada em dois policiais "infiltrados" que no decorrer da trama passam a a ser o alvo principal, um do outro. Um, interpretado por Matt Damon, é um membro do crime organizado que vira policial para informar seu chefe (o personagem de Jack Nicholson) sobre as ações da policia. O outro (Di Caprio) é um policial que a policia planta na quadrilha do chefão irlandes para tentar desmontar seu esquema.

Além de ser um grande filme, como tal, porque é bem dirigido, porque tem um elenco excelente, bom roteiro, tudo "certinho", Os Infiltrados, para além disso, nos mostra um mundo que não é confortável de ser visto, mas necessário: mostra o quanto não há limites claros entre o bem e o mal, entre o crime e a policia, entre o cidadão de bem (figura tão invocada pelos conservadores de plantão) e o criminoso. E o quanto qualquer debate sobre violência, crime e outras coisas precisa ser pensado a partir disso. O quanto é bem mais complexa a vida do que se lê nos jornais e nas sessões de cartas desses.

Como cinéfilo, em particular, saí fascinado ontem do cinema: trata-se de mais um grande filme de Scorcese, que ao longo das últimas três décadas fez alguns dos filmes mais marcantes que vi, como Touro Indomável, Taxi Driver, O Aviador, Gangues de nova iorque, dentre outros.


:: por Marcio | 10:54




sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Da segurança pública à privada

O Governo Yeda Crusius tem se caracterizado por esconder intenções privatistas por trás da cortina de fumaça que produziu, desde a transição, em razão da crise das finanças do Estado. Em razão disso, a governadora quer desmontar o Estado gaúcho, tanto através do aprofundamento do arrocho salarial contra os servidores de carreira quanto através da terceirização e privatização de serviços em relação a qual a própria Constituição Federal obriga o Estado.

Assim, percebemos movimentos ensaiados para desgastar órgãos públicos e empresas estatais visando a sua privatização ou extinção. O principal alvo é o Banrisul.

Em entrevista recente à TVE, o secretário Fernando Schüller, um dos principais pensadores do projeto de Yeda, afirmou a necessidade de se repensar o papel do Estado na promoção de políticas sociais. Na opinião dele, o Estado deve intervir apenas nos setores onde não for possível buscar ajuda do ?terceiro setor? e da ?responsabilidade social? do empresariado, dada a perda da capacidade dos governos de manter políticas sociais.

Nesse sentido também pode ser observada a movimentação da Secretaria de Segurança Pública, quando propõe a regulamentação da ajuda privada para o pagamento de horas extras de policiais, como forma de garantir a segurança ?pública? no RS.

Nos últimos anos, se tornou corriqueira a realização de ?turno extra? de policiais que, com parca remuneração do cargo que ocupam, buscam ?bicos? para melhorar sua situação. Assim, podemos observar civis e brigadianos atuando como guardas de ruas ou empresas, em turno contrário ao de trabalho para o Estado. Tal situação, resultado dos baixos salários, obviamente vem em prejuízo à saúde do trabalhador e ao interesse público, dado que a situação de estresse a que esse policial é jogado irá, no médio prazo, prejudicar sua atuação em sua função policial.

e tornou também comum, especialmente em cidades médias do interior, uma prática que mereceria cuidado, no mínimo, pelo fato de misturar o interesse público com o de privados: cidadãos ?de bens? e empresas começaram a contribuir com as polícias, fazendo doações de combustível para viaturas e outros tipos de donativos, visando ajudar à manutenção das forças de segurança. Em alguns casos, de forma organizada, até mesmo compondo conselhos, objetivando melhor dirigir essas doações, os chamados Consepro.

O que a nova direção da Segurança Púiblica veio apresentar como panacéia para as dificuldades do Estado na manutenção de sua forca policial foi, curiosamente, a oficialização das duas práticas, tornando-as uma ?política pública?.

A idéia de receber doações de empresas privadas e com essas compor um fundo para o pagamento de horas extras aos policiais é uma proposta que merece repúdio da sociedade gaúcha. No entanto, não parece haver maiores questionamentos acerca da conveniência, correção ética ou legalidade da proposta. A classe média tende a aceitar todo tipo de proposta milagrosa para conter a pequena criminalidade(aquela voltada contra o patrimônio), a imprensa tende a apoiar tudo o que venha coadunado a esse ?espetáculo da segurança? característico da gestão Yeda/Bacci e os policiais ficam relativamente seduzidos pela perspectiva de receberem horas extras de forma segura e oficial.

Pensemos melhor sobre os riscos que ela gera:

1) Se um grupo de empresários fizer doações para a manutenção de horas extras aos policiais, não irá exigir contrapartida: que essas forças policiais atuem na proteção do seu patrimônio? Assim, não estaríamos vendo as forças do Estado protegendo apenas o patrimônio privado, ao invés de atuarem num sentido de segurança pública?

2) No caso dos mantenedores privados cobrarem esse tipo de contrapartida, não estaria o Estado e a Sociedade, de forma geral, abrindo mão do controle público sobre a atividade policial que, se não ocorre a pleno, ao menos é um direito da sociedade, que deve ser buscado, de forma mais efetiva. A proposta pode acarretar, ao contrário, uma formalização da renuncia do controle social sobre a policia, passando-a um conselho de mantenedores.

3) Por mais que muitos setores exijam o funcionamento da máquina da segurança pública exclusivamente para combate aos crimes contra o patrimônio ou a repressão de movimentos sociais, ela tem funções muito maiores. Um pesado financiamento empresarial dessa estrutura policial não acarretaria, de forma definitiva, um foco meramente patrimonial no trabalho das policias?

Assim, corremos o sério risco de ocorrer uma espécie de ?parceria público-privada? em relação ao funcionamento das forças de segurança pública. O Estado entraria com a mão-de-obra formada, com o poder de policia legitimado e a iniciativa privada entraria com o dinheiro e conseqüente controle da sua atuação. Aos poucos, mas de forma clara, a sociedade gaúcha estaria vendo uma das coisas mais caras ao Estado burguês, que é o monopólio do exercício legal da violência, ser entregue a conselhos que terão composição censitária, de acordo com o poder econômico. Seria a transformação de uma polícia que, historicamente, sempre serviu ao interesse dos proprietários em uma polícia com proprietários, de forma cristalina.


:: por Marcio | 11:23




quinta-feira, janeiro 25, 2007



Violência II ? Ou sobre Abusado

O repórter da Globo, Caco Barcellos, já havia escrito um livro interessante sobre a questão da violência chamado Rota 66 ? a história da polícia que mata, em que falava sobre a rotina de execuções de jovens pobres pela Rota, parcela de repressão dura da PM de São Paulo.

Em 2003 Caco lançou Abusado, contando, a partir de uma biografia do traficante Marcinho VP, um pouco da história da evolução do controle do tráfico de drogas sobre o Rio de Janeiro, especialmente na década de 90, mas com muitos elementos de como o processo de formou, nas décadas de 70 e 80.

Marcinho VP ? no livro tratado como Juliano ? foi o traficante dono do morro Dona Marta durante vários anos. Sujeito com grande capacidade de liderança e, para além disso, com boa articulação para além do seu cotidiano, acabou se tornando uma celebridade, característica que contribuiu imensamente para a feitura do livro ? que segundo Barcelos surgiu muito da insistência do próprio Marcinho ? e, logo após esse lançamento, para sua morte no interior de uma cadeia, em boa parte em razão das revelações que o livro fazia. Marcinho se diferenciava no cenário da criminalidade carioca como sujeito que lia, que pregava que o tráfico deveria constituir um movimento com maior relação social. Tinha simpatia por movimentos de insurgência, como os zapatistas.

O livro não é, como acusam alguns críticos, uma apologia ao crime ou romantização da vida do personagem. Mostra sua complexidade, expressa o fato de que qualquer pessoa é contraditória. Marcinho era um criminoso sim, era violento. Foi responsável por muitas mortes. Mas não deixa de ser um personagem fascinante, que expressa por sua biografia um pouco da história mais necessária de ser pensada da nossa história recente.

Nesse sentido Abusado é uma leitura importante: procura mostrar o histórico e o presente complexo da questão da criminalidade dos grandes centros urbanos, especialmente do Rio. Pela sua leitura não se percebem as soluções claras, mas ao menos serve para isso: ver que nada é fácil. Que há sempre mais que duas explicações para os fenômenos atuais.


:: por Marcio | 10:16






Violência

Há no nosso país uma centena de problemas centrais a serem resolvidos. Mas quem torna os assuntos prioridades ? especialmente a imprensa ? parece preocupada centralmente com a violência e o combate à criminalidade.

Não que esse não seja um dos assuntos realmente importantes em qualquer sociedade atual. Mas mesmo dentro do grande tema violência (ou segurança pública) cabem diversas variáveis que mereceriam nossa consideração. Que tipos de crimes são os mais importantes a serem combatidos? Na minha visão de mundo, os esforços centrais da civilização deveriam estar voltados a reduzir os homicídios e outros crimes contra a pessoa, a violência que mais centralmente deveria preocupar a todos aqueles que pensam na dignidade como centro de uma sociedade. Mas os esforços e preocupações dos governos e da chamada opinião pública (a tal classe mérdea) se voltam ao combate aos crimes contra o patrimônio. O novo governo do RS está numa campanha intensa para tentar diminuir os roubos de carros, com um conjunto de ações cujo resultado máximo seria erradicar os roubos de carro. Isso significa que num quadro tão complexo, as ações de um governo estão voltadas para uma pequena minoria que tem carros. É assim que um governo deve operar? Não seria mais importante pensar um programa sério para diminuir os homicídios em Alvorada, por exemplo? Ou diminuir de forma significativa os assaltos a ônibus, esses sim afetando uma parcela expressiva da população?

Mas funciona assim mesmo: quem tem patrimônio costuma ter poder econômico, logo poder de influência sobre as decisões do poder político. E a tal classe média, mesmo não mandando tanto, tem um poder de pressão muito maior que os pobres, esses que se danem.

E assim seguimos vendo apenas bravatas via imprensa como se isso fosse a solução do problema da criminalidade. Ou como se apertar ainda mais a repressão aos pobres fosse resolver o problema. Não parecem preocupados com o fato de que quanto mais uma policia mata, mais policiais morrem, também. Essa resposta é absolutamente normal. O tanto de pessoas mortas pela polícia na última semana no RS não deveriam ser comemoradas de modo algum, pois essas mortes só servirão para ?puxar? outras. Fora o fato de que numa sociedade civilizada deveríamos lamentar mortes, sempre. Me parece, ao menos...


:: por Marcio | 09:52




segunda-feira, janeiro 22, 2007



Na sexta-feira completaram 25 anos da morte de Elis Regina, que talvez seja a maior cantora brasileira de todos os tempos.

Creio que a efemeride pode ter servido para que Porto Alegre comece a se reconciliar com uma de suas maiores personalidades de todos os tempos, certamente a maior cantora daqui surgida. O fato de Elis não ter trabalhado bem a sua relação com a cidade de origem me parece muito pouco para justificar que uma cidade não se orgulhe da filha que deu ao Brasil.

Como uma das maiores artistas de todos os tempos é que Elis deve ser pensada por Porto Alegre, com as devidas homenagens: um museu ou ao menos um espaço permanenente em algum dos tantos que temos. Não viria mal algum logradouro público que homenageasse Elis, quem sabe rebatizando alguma avenida que hoje homenageia algum ditador dos tantos que merecem nossa considerações. Se Porto Alegre fosse justa, daria à atual Avenida Castello Branco, a primeira via para quem chega de automóvel em Porto Alegre, o nome de Avenida Elis Regina. Me parece algo mais razoável do que homenagear um dos presidentes da ditadura militar na entrada da cidade.

O IAPI começa...

Moro no bairro onde Elis Regina cresceu. E parece que por um movimento de algumas pessoas que se criaram com ela, começa a surgir essa justiça. Na sexta-feira, uma festa mobilizou algumas centenas de pessoas para homenagear a "pimentinha" no pequeno Largo onde ela se criou e que recebeu seu nome, numa homenagem ainda muito pequena para o tamanho da cantora.

A pequena festa - que só fiquei sabendo no outro dia - pode ter sido um ponto de partida para isso que falei acima - a cidade repensar a relação com um de seus maiores mitos.


:: por Marcio | 09:42




sexta-feira, janeiro 19, 2007



No final de semana assisti Volver de Almodóvar. Como é recorrente nos filmes do diretor espanhol, trata-se de um excelente filme: bem tramado, com temática instigante, quase perturbadora (trata da questão do abuso sexual intra-familiar, dentre outras coisas), com excelentes atrizes, cenários, direção de arte, etc, etc.

Como sempre, candidatíssimo a grande prêmios, dentre eles o Oscar de filme estrangeiro, talvez mais uma vez roteiro original.


:: por Marcio | 10:31




terça-feira, janeiro 02, 2007



Finalmente ontem fui assistir O Ano em que meus pais saíram de férias, filme nacional dirigido por Cao Hamburguer. O filme conta a história de um menino de 12 anos que tem sua vida transformada pela necessidade dos pais fugirem da repressão. Eles o deixam no apartamento do avô, no bairro Bom Retiro, em São Paulo. Só que no mesmo dia, o avô morre e o menino acaba abrigado pela vizinhança. A partir dai, o filme se desenvolve, com a mistura entre fatos reais e a história do garoto, entre essa e histórias judaicas, elemento muito presente no filme.

Confesso que esperava mais. Achei o filme geralmente chato, mesmo que bem feitinho, bem intencionado, com bons atores. Mas não pode ser comparado, como é, ao argentino Kamchatka, que também trata da visão infantil sobre as ditaduras e a perda dos pais em razão dessas. O similar brasileiro é claramente inferior. Ainda assim, é um filme interessante,se considerarmos a média da qualidade das produções em cartaz.


:: por Marcio | 09:06